Tipos de chapinha - dicas para escolher a sua

 Muitas mulheres não vivem sem uma chapinha na bolsa! O eletro - que salva a vida de muitos cabelos sem um grande esforço - é encontrado em vários formatos, tamanhos, materiais e cores. Alguns desses elementos podem mesmo interferir no resultado final, outros nem tanto.
Confira abaixo o comentário de especialistas para cada tipo de chapinha:
Cerâmica
De acordo com Robson Trindade, cabeleireiro e visagista do Red Door Salon & SPA, em São Paulo, não existe chapinha feita inteiramente de cerâmica. "É a resistência do aparelho que é composta desse material. Em viagens ao exterior, vi apenas uma prancha de cerâmica, mas ela acabou caindo em desuso pela falta de praticidade na aplicação, já que não deslizava pelos cabelos com facilidade", explica.
Para o hairstylist Marcos Coraza, do Gilberto Cabeleireiros, "a cerâmica tem melhor propriedade nos tratamentos de cauterização, pois mantém sua temperatura estável". Além do mais, o material tem a capacidade de recuperar o calor de maneira instantânea, mesmo em contato com superfícies frias.
Titânio
Marcos afirma que "as pranchas de titaniô são excelentes condutoras de calor, mantêm sua temperatura alta estável e emitem íons negativos, que são excelentes para manter as cutículas dos fios fechadas". Já Robson destaca a durabilidade do titânio, o que confere maior resistência e pode aumentar a vida útil da chapa.
Infravermelho
Esse tipo de chapinha, pelo jeito, tem apenas fama de deixar as madeixas mais bonitas. O cabeleireiro do Red Door Salon & SPA acredita que a luz vermelha não faz efeito nos fios. "Talvez uma LED verde provocasse uma regeneração mais rápida de cabelos danificados, pois o verde, na cromoterapia, tem função regeneradora. Mas o infravermelho não ajuda."
O colega do Gilberto Cabeleireiros também não põe fé nesse tipo de chapinha. "Dizem que as pranchas com infravermelho dão mais brilho, mas eu não sinto diferença."
Estreita
Esse estilo de prancha é, na opinião de Marcos, "excelente para cabelos muito curtos ou para trabalhar bem junto à raiz do fio". Robson concorda e completa: "Quanto menor a superfície de cabelo ondulado, menor pode ser a chapinha que você vai usar". E, consequentemente, menores os danos às suas madeixas!
Larga
Ao contrário da mais estreita, é uma boa opção quando usada do meio para as pontas e em cabelos médios e longos.
Já sabendo de cada modelo, Coraza afirma que não há um tipo que agride mais ou menos, e sim sua forma de uso. "Uma prancha deve ser uniformemente passada e nunca parar na mecha para não queimar. Passe no máximo três vezes em cada mecha", ensina. Mesmo assim, a recomendação é que se use as que têm termostato e opções de temperatura: "Se tem o hábito de usar diariamente, use na temperatura média", completa o hairstilyst.
Trindade faz uma importante ressalva: nunca use a chapa no cabelo molhado. "Apesar de não danificar os cabelos, esse hábito pode ser perigoso. Quando a água retida nos fios entra em contato com a temperatura alta do aparelho, ela se torna vapor e pode queimar o coro cabeludo."
Por Priscilla Nery e Bárbara Ariola (MBPress)
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