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Matéria Especial: Informações nutricionais dos alimentos: saiba entendê-las

As calorias de um produto não são a única informação que merece atenção quando se fala em emagrecimento saudável. Saber analisar o alimento no geral é muito importante, uma vez que certos produtos podem até apresentar baixo teor calórico, mas conter uma quantia exagerada de outro componente que acaba sabotando a dieta.

Conversamos com a nutricionista Sandra Breanza Leite, membro do Conselho Regional de Nutricionistas de São Paulo, para entender qual é a função de cada item expresso nos rótulos nutricionais e aos quais devemos ficar atentos quando o assunto é perda de peso.
Valores Diários de Referência
Os valores de referência são a base para que cada pessoa calcule a quantidade ideal de nutrientes a ser consumida de acordo com a sua necessidade pessoal, que deve ser apontada por um profissional especializado na área de Nutrição.
Baseados em uma dieta de 2.000 kcal por dia, os Valores Diários de Referência são:
Carboidratos – 300 g
Proteínas – 75 g
Gorduras totais – 55 g
Gorduras saturadas – 22 g
Fibra alimentar – 25 g
Sódio – 2.400 mg
O %VD, presente nas tabelas nutricionais, traduzem quanto a porção descrita equivale em relação ao valor total a ser consumido por dia em uma dieta de 2000 kcal. Se sua dieta requer um consumo de calorias menor, é preciso fazer uma regra de três para adaptá-los à sua necessidade.
Atenção: o %VD é relativo à porção estabelecida pelo fabricante na tabela, e não ao produto todo.
Valor energético
É o total de calorias que aquele produto oferece. Se o consumo diário foi maior do que o necessário, causa aumento do peso corporal. A quantidade ideal varia de cada pessoa e depende de fatores como o total de energia gasta com atividades físicas, etc.
Carboidratos
É o combustível do organismo, ou seja, a principal fonte de energia. É importante que seja mantido na dieta, pois ajuda a preservar a massa magra. O consumo em excesso pode levar ao aumento de peso e outras disfunções, como sobrecarga no pâncreas e picos de glicemia, o que pode resultar, ao longo do tempo, em diabetes.
Proteínas
Tem função construtora, por isso é fundamental para músculos, células, tecidos, ossos, pele e cérebro. “Elas promovem o crescimento e desempenham um papel muito importante no aumento de resistência do organismo”, define Sandra. O exagero, no entanto, pode acarretar doenças hepáticas e renais.
Gorduras totais
Assim como os carboidratos, as gorduras também são fonte de energia para o organismo. Também têm um papel importante na condução das vitaminas lipossolúveis A, D, E e K. Vale lembrar que enquanto 1 g de carboidrato contém 4 calorias, a mesma quantidade de gordura oferece 9 calorias. Se consumida em excesso, além do aumento de peso também pode causar doenças cardiovasculares.
Gorduras saturadas
Advêm principalmente da gordura animal, como banha de porco, gorduras de carnes, manteiga, toucinho, etc. Quando consumidas em grandes quantidades apresentam riscos ao sistema cardiovascular.
Gorduras trans
“São um tipo específico de gordura formado pelo processo de hidrogenação, principalmente em alimentos industrializados”, explica a nutricionista. São muito nocivas à saúde, pois aumentam o colesterol ruim (LDL) e diminuem o colesterol bom (HDL). Não existe recomendação de ingestão mínima. “O consumo diário deve ser de, no máximo, 2 g, mas é bom lembrar que, embora alguns alimentos industrializados indiquem que têm zero gordura trans, a legislação da ANVISA só exige que sejam registrados valores acima de 0,2 g por porção. Isso significa que qualquer valor abaixo deste é declarado como zero”, alerta a especialista.
Fibra alimentar
São carboidratos que não podem ser digeridos pelo nosso organismo, ou seja, não são quebrados quando chegam ao intestino. As fibras são classificadas em solúveis – aquelas que diminuem a absorção de glicose e colesterol pelo organismo – e insolúveis – importantíssimas para o aumento do bolo fecal e, consequentemente, para a regularização do trânsito intestinal.
Sódio
Faz a regulação osmótica do organismo, além de atuar da construção de estímulos nervosos e contração muscular. Seu consumo excessivo pode causar hipertensão, doenças cardiovasculares e doenças renais, além da retenção de líquidos, que pode causar inchaço.
Atenção aos inimigos da balança
A pessoa que quer emagrecer deve ficar atenta, principalmente, à quantidade de gordura e gordura trans, o teor de sódio e o tipo de carboidrato que está consumindo. Veja por que:
Gorduras totais
“Elas são fonte de energia para o organismo, mas são mais calóricas do que os carboidratos. Além do ganho de peso, o excesso de gordura pode refletir em doenças cardiovasculares”, esclarece Sandra.  Para consumir este nutriente de forma saudável, dê preferência ao azeite, peixes de água fria (salmão, sardinha, truta, etc.), carnes bovina e de frango em cortes com pouca gordura e óleos vegetais, sempre evitando o consumo em excesso.
Gordura trans
“Já a gordura trans é muito nociva à saúde, pois aumenta o colesterol total, diminui o colesterol bom e aumenta o colesterol ruim do organismo, ou seja, altera todo o perfil lipídico da dieta. Não existe recomendação de consumo diário, sua ingestão deve ser a mínima possível”, diz a especialista.
Sódio
Se ingerido em altas quantidades, o sódio pode acarretar complicações como hipertensão, problemas renais e doença cardiovasculares e, no caso do emagrecimento, provoca a retenção de líquidos em função do acúmulo de água, gerando inchaço.
Carboidratos
Eles são muito importantes para o organismo e devem ser a base da dieta de emagrecimento, pois preservam a massa muscular. No entanto, a qualidade do carboidrato deve ser levada em conta, pois ele pode, sim, provocar o aumento de peso. O ideal é dar preferência aos produtos integrais, como arroz integral, farinha integral, açúcar mascavo, etc.
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Exercícios de Jump valem o mesmo que uma drenagem linfática

As celulites são um verdadeiro pesadelo na vida das mulheres, principalmente daquelas que passam muito tempo sentadas. Sabemos bem como ficar em uma única posição pode bloquear a circulação e contribuir para o aparecimento dos temíveis furinhos.

Se você, assim como todas as mulheres, quer se livrar delas de uma vez por todas, aposte nas aulas de Jump Fitness ou Power Jump. Ou seja, exercícios realizados em cima do mini-trampolim.
Para quem não acredita, saiba que os movimentos realizados na cama elástica aliam drenagem linfática, resistência e movimentos de alta contração dos músculos das pernas, além de promover uma perca de 700 calorias em uma hora. Comparado com massagens corporais, as aulas de Jump trazem resultados muito mais eficazes. Isso porque a massagem não provoca a contração voluntária dos músculos, ao contrário do exercício físico que realiza uma contração gerada pelo próprio músculo em atividade. 

Os movimentos de saltos realizados em cima do mini-trampolim geram uma grande contração dos músculos dos membros inferiores, gerando ao redor dos vasos linfáticos uma compressão capaz de provocar uma curva ascendente muito maior do direcionamento da linfa para a bexiga. Isto explica o desejo em urinar logo após a aula.
Mas, não é só isso, o educador físico Sandro Costa da Body Systems também destaca a desobstrução da corrente sanguínea, combate a edemas e auxílio aos gânglios na excreção das toxinas por meio dos órgãos responsáveis: rins, intestinos e glândulas. 

"A linfa é o resultado de um sistema de filtragem do sangue que ocorre nos gânglios, responsáveis pelo sistema de defesa natural e que produzem um líquido formado por proteínas e toxinas, expelidas do corpo por meio do sistema linfático. Este processo pode ser lento ou dificultado por fatores como maus hábitos alimentares, sedentarismo, stress e acúmulo de ácido lático", explica Costa. 

O educador físico ainda lembra que a aula é contraindicada a gestantes, pessoas com labirintite não medicada e praticantes que apresentam grandes instabilidades nas articulações dos membros inferiores, como tornozelos, joelhos e quadril. 

Benefícios:
- Eliminação dos ácidos láticos
- Desintoxicação dos tecidos
- Modelagem da gordura localizada

Então, o que achou desta técnica? Gostou? Comente ^^
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Dieta perfeita para cada idade


Hábitos alimentares saudáveis devem ser seguidos em todas as idades. Mas as necessidades nutricionais mudam de acordo com a faixa etária. A mulher com 20 anos está com o seu metabolismo bastante intenso, requerendo uma quantidade de energia maior do que uma mulher de 30 anos ou mais. 

Por isso a dieta que funcionou em determinada idade, se repetida alguns anos depois, terá um resultado diferente. Quem explica é a nutricionista funcional Andréa Santa Rosa Garcia. “A taxa metabólica basal (TMB), nome que damos à energia que é gasta para manter nossos órgãos vitais ativos como coração, pulmão e rins, tende a diminuir com o passar do tempo, fazendo com que em um dia o nosso corpo gaste menos energia que antes. Daí a dificuldade que muita gente tem em perder peso depois dos 40 anos. Por causa da mudança no metabolismo, a alimentação deve mudar também”, afirma.
A nutricionista alerta para o fato de que o alimento ser saudável não o livra de ser calórico, daí a importância da qualidade e da quantidade. “Mix de nuts, por exemplo, é fonte de gorduras mono e poli-insaturadas, que são excelentes para saúde mas não os livram do seu teor calórico. Já os alimentos integrais, por serem ricos em fibras, irão trazer saciedade mais rapidamente fazendo com que se coma menos, porém com qualidade, além de favorecem a saúde intestinal, auxiliando na eliminação de toxinas, e em uma maior absorção de nutrientes. Com isso você dá uma força para o metabolismo trabalhar de uma forma mais eficaz”, explica.
Veja quais são os hábitos alimentares recomendados pela nutricionista para cada idade:

Aos 20 anos:

A partir dessa idade a mulher começa adquirir responsabilidades que exigem maior atenção com a sua saúde. A ingestão de integrais, alimentos fonte de vitamina C, como vegetais verdes escuros e frutas cítricas, e o zinco presente em carnes e amêndoas darão mais energia. Inclua também alimentos que favoreçam a produção de serotonina e melatonina para driblar as tensões emocionais que são muito comuns neste período. Uma boa dica para isso é o consumo de 1 xícara de café de cereja/dia (excelente fonte de melatonina) e o aumento do consumo de grão de bico e lentilha, leguminosa rica em triptofano, mineral essencial para a formação de serotonina, que será convertida a melatonina, assim como a banana e o chocolate amargo.

Por volta dos 20 anos a quantidade máxima de cálcio dentro do organismo é alcançada, ou seja, o pico de massa óssea é atingido. É importante que alimentos fonte de cálcio estejam incluídos diariamente, sendo encontrados principalmente em vegetais de folhas verdes escuras, como brócolis, couve e espinafre cozido, leite e derivados, queijo tofu, semente de gergelim, feijão branco e semente de melão.

Entre 30 e 50 anos:

Atualmente, as mulheres estão optando por ter filhos na fase dos 30, quando o lado profissional já está mais bem resolvido. É importante dar ênfase a alimentos fonte de ácido fólico, presente em vegetais verdes escuros e grãos integrais. De forma geral, além do ácido fólico, outros minerais também são necessários. Bons aportes de cálcio também são bem vindos, basta seguir a mesma dica de cálcio que é dada aos 20 anos.


É necessário reforçar as quantidades de ferro, presentes em carnes de proteína animal, ovo, vegetais folhosos, brócolis, aveia e feijão. Para melhorar sua absorção, opte por frutas cítricas como tomate, laranja, tangerina, limão e goiaba.

É importante ingerir, ainda, aminoácidos presentes em carnes magras, nozes, amêndoas e chocolate, nutrientes como manganês e ácido fólico presente nas folhas verdes e nos grãos integrais. Aumentar a ingestão de zinco deve ser sempre lembrado, para que se atinja um nível hormonal ideal nesse período de reprodução.

Após os 40 é preciso incrementar um pouco mais a alimentação com alimentos que contenham fitoestrógenos, substâncias que ajudam na reposição, são encontrados em leguminosas como soja, feijão, grãos e brotos. Os chás nessa fase são muito bem vindos, como o verde, que ajuda a acelerar o metabolismo, o de hibiscos, por melhorar o perfil lipídico e folhas de amora que ajudam a reduzir alguns sintomas da menopausa como as ondas de calor. Além dessas propriedades, ajudam a desintoxicar, desinchar e retardar o processo de envelhecimento.

Aos 60 anos:
Na terceira idade ocorre uma diminuição do gasto energético do corpo, provocando uma redistribuição da massa corporal, alterações no funcionamento digestivo e na percepção sensorial. Com o envelhecimento, a absorção e metabolização de vitaminas e minerais ficam prejudicadas, podendo gerar alguma deficiência.

A secreção ácida gástrica é um pré-requisito para uma ótima digestão, pois, sem ela, o alimento não será totalmente absorvido pelo organismo. É comum nos idosos ocorrer a chamada Hipocloridria, que é a baixa secreção gástrica. Alimentos que ajudam são os condimentos naturais e o aumento da ingestão de líquidos, principalmente água. Nessa fase da vida, por conta do envelhecimento, é normal que eles percam um pouco a sede. Água é fundamental para hidratação e elasticidade da pele.

Deve-se ter atenção com algumas vitaminas:

Vitamina A: além de ser um potente antioxidante, irá ajudar a prevenção ocular e catarata. Presente em alimentos alaranjados e verdes escuros.

Vitamina E: também tem um poder antioxidante e ajuda na prevenção de Alzheimer e Parkinson, doenças que têm maior chance de surgir nessa faixa etária. Alguns alimentos fonte são amêndoas e castanha do Pará. Mas estudos demonstram que sua ingestão está sendo abaixo da recomendada.

Vitamina B12: só é ativada no estômago com a produção do que chamamos de fator intrínseco, que tem sua produção diminuída na terceira idade. Por isso devemos ter muita atenção à ingestão de carnes pelos idosos, mesmo com eles tendo dificuldade na mastigação, já que elas são alimento fonte dessa vitamina.

Vitamina C: entra como prevenção de doenças cardiovasculares e câncer, ajuda a evitar formação de catarata, e protege contra os raios ultra-violeta. Deve-se aumentar o aporte de alimentos fonte de ácido fólico, vitamina B6 e B12 para prevenção de doenças degenerativas como Parkinson. As vitaminas hidrossolúveis tiamina, riboflavina e niacina também merecem atenção, pois aumentam a capacidade funcional do organismo. Os alimentos fonte dessas vitaminas são carnes magras, leguminosas e vegetais verdes escuros.

Junte esta dica com uma frequência regular de exercícios e tenha uma vida saudável.
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Saúde: Câncer de mama - Algumas formas de manifestação não são percebidas com toque


O autoexame das mamas através do toque é a maneira mais popular e divulgada para detectar o câncer de mama, mas nem sempre a doença pode ser percebida somente com o apalpar dos seios. Existem diferentes formas de manifestação do tumor além do nódulo, podendo ser percebido também por uma espécie de buraquinho na mama, por manchas vermelhas, feridas no bico do peito ou mesmo por dores em outras partes do corpo.

“A retração da pele é uma característica em que o formato do seio muda e surgem pequenos buracos. O outro tipo, que causa vermelhidão, é muito agressivo e mais comum em mulheres mais jovens. Também é possível aparecer feridas, aumentar o tamanho da mama ou formar linfonodos nas axilas. Acontece ainda de mulheres se queixarem de dores nas costas e exames detectares que, na verdade, se trata de câncer de mama que passou por metástase e se espalhou pelo corpo”, explica o oncologista Rafael Kaliks, diretor científico do Instituto Oncoguia, que alerta para a importância de não esperar por essas manifestações.

“O mais importante é não esperar esses sintomas. Se for possível notá-los é sinal de que o câncer já está em um grau mais avançado. Se o toque identificar um caroço, ele já deve estar com seus dois ou três centímetros. O ideal é estar em dia com a mamografia de rastreamento, que pode dar um diagnóstico precoce e aumentar a probabilidade de cura”.

No Brasil, a indicação é de que as mulheres façam mamografia a partir dos 40 anos, salvo em casos em que haja histórico familiar, onde é indicado que inicie os exames com idade 10 anos inferior à da parente na data em que descobriu o tumor. A mamografia deve ser realizada anualmente e, por indicação do Ministério da Saúde, até os 69 anos. “Essa é uma indicação para a saúde pública, mas do ponto de vista individual indicamos que seja feita até que a expectativa de vida da mulher esteja abaixo dos cinco anos. É possível saber devido à qualidade de vida, ao histórico de doenças da paciente e à idade média das mulheres da família”, orienta Kaliks.

O especialista afirma que toda atenção é necessária. Mesmo que esteja em dia com a mamografia, se notar qualquer alteração durante o ano é preciso procurar um médico. Além disso, o conselho é não ter medo de descobrir a doença. “Não dá para ter medo. É preciso saber que a chance de cura do câncer é muito grande na maioria dos casos e, para que isso possa acontecer, é preciso descobrir cedo. Conheça seu corpo e a qualquer mudança, fale com um médico”, finaliza.

Leitoras lindas e maravilhosas cuidem-se! Prevenir e melhor que remediar.

E você costuma fazer o auto-exame de toque?? É muito importante que façam!
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Dor no couro cabeludo? Veja o que pode ser


Passar as mãos nos cabelos é o charme das mulheres e, para muitas de nós, uma mania. Parece terapia e a impressão é de que causa, inclusive, relaxamento. Mas algumas vezes esse hábito pode vir acompanhado de uma dorzinha que incomoda bastante.

Sentir dor no couro cabeludo ao mover os fios não é tão incomum, e o desconforto pode estar associado a doenças. “O couro cabeludo é uma área muito inervada e sensível. Por isso, doenças no couro cabeludo e nos cabelos podem aumentar essa sensibilidade. O termo médico é tricodínia e pode acontecer por problemas simples e de fácil resolução, como no caso da caspa, queda de cabelos ou rarefação capilar, e até por inflamações e infecções como lúpus, líquen plano pilar, foliculites, tíneas, entre outras”, esclarece o dermatologista Erick Omar.

As dores podem aparecer também por conta do uso de químicas ou mesmo de aparelhos para alisar os fios, como secador e chapinha. “Produtos químicos, como tinturas, podem causar inflamações e até queimaduras no couro cabeludo, aumentando a sua sensibilidade. O uso de secador e chapinha também pode causar esse efeito, pois a pressão e o calor exercidos ao puxar, pentear e secar também pode levar à inflamação do couro cabeludo e muitas vezes até à quebra dos fios”, explica o especialista.

Os cabelos são a proteção do couro cabeludo contra radiação solar, calor e frio. As áreas com diminuição na quantidade dos cabelos são sempre mais sensíveis e propícias a sofrer com essas dores. Segundo Omar, o ideal é não mexer muito os fios e procurar um especialista para o diagnóstico e tratamento específico.

“Toda alteração de sensibilidade ou outra queixa no couro cabeludo e cabelos deve ser valorizada e investigada. A identificação da causa é o passo mais importante para um tratamento adequado e eficaz. O diagnóstico e tratamento precoce são essenciais para uma melhora mais rápida e sem sequelas”, orienta.

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Xô, inchaço! Veja como acabar com a retenção de líquidos

Está sentindo seu corpo inchado? A culpa pode ser da retenção de líquidos que, além do incômodo, se reflete também na aparência, pois faz com que seu peso aumente, mesmo que você não tenha engordado. O problema é mais comum na barriga, pés, mãos, coxas e tornozelos.

A nutricionista Andréa Uzeda, da Clínica Dicorp, diz que diversos fatores podem levar à retenção de líquidos, como alimentos com alto teor de sódio, problemas hormonais e circulatórios, uso de alguns medicamentos como os corticoides, período pré menstrual; uso de bebida alcoólica, intolerâncias alimentares e insuficiência renal. “Os alimentos ricos em sódio são, sim, um dos principais vilões. Molho shoyo, sopas industrializadas, embutidos, enlatados, conservas... Mas também existem outros alimentos que podem provocar inchaço como gorduras, leite e derivados para os intolerantes à lactose, e bebidas alcoólicas”, afirma.

Para combater o inchaço, a orientação da nutricionista é, primeiramente, evitar o consumo excessivo dos alimentos citados e adicionar à dieta alimentos diuréticos além, é claro, da ingestão de líquidos. “É recomendável beber, pelo menos, dois litros por dia, seja na forma de água, chás ou sucos, utilizando-se principalmente frutas diuréticas, como melancia e abacaxi”. Se somente a redução dos alimentos ricos em sódio não melhorar os sintomas, pode-se tentar um período de exclusão de todos eles da alimentação. A atividade física também é recomendada sempre, pois ajuda a amplificar os resultados.

Confira as dicas da nutricionista e elimine rapidamente o inchaço!

Cardápio Anti-inchaço

Desjejum: 
2 fatias de pão deforma integral
1 fatia de ricota temperada com ervas e orégano
250 ml de suco de melancia + água de coco + limão. Quantidade dos ingredientes do suco a gosto.

Lanche da manhã: 
1 xícara de chá verde + chá branco

Almoço: 
Salada de alface, pepino e brotos (feijão, alfafa) a vontade, com 1 colher de chá de azeite extravirgem
3 colheres s de sopa de arroz integral
1 filé de salmão ao forno com raspas de laranja
Sobremesa: 2 fatias de abacaxi com raspas de limão

Lanche da tarde: 
300 ml de suco de maçã + água de coco + gengibre + farinha de linhaça dourada. Bater os ingredientes no liquidificador e coar. Quantidade de ingredientes no suco à gosto.

Jantar: 
Mix de folhas verde (alface, rúcula, mostarda, agrião) a vontade com 1 colher de chá de azeite extravirgem
Filé de frango empanado com flocos de aveia ao forno.
Sobremesa: 1 fatia de melão

Ceia:1 xícara de chá de hibisco 


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De volta à forma após a gravidez


Faça o excesso de peso e a flacidez, causados pela gestação, sumirem

Depois da alegria de ver o filho nos braços, vêm as preocupações e um grande desafio: perder peso e voltar ao corpo de antes. Difícil? Calma! Definitivamente, essa não é uma batalha perdida. Afinal de contas, com paciência e dedicação, é possível voltar à boa forma e, quem sabe, até melhorá-la.
E para ajudar, saiba o que as famosas fizeram para cuidar do corpo durante e após a gravidez. Inspirador, né?
Primeiros passos 
A perda de peso é rápida nos primeiros dias após dar à luz. “No parto, perde-se em média 5 kg e, após uma semana, mais 2 kg. O resto deve ser eliminado com exercícios físicos e boa alimentação. Fique longe de dietas radicais, que podem comprometer a produção de leite materno”, alerta o nutricionista Carlos Frederico. A flacidez é outro problema solucionável. A pele tem boa capacidade para suportar distensões, mas quando a gestante engorda muito, fica difícil recuperar o tônus muscular. Por isso, deve-se controlar o peso e hidratar bem o corpo. Se a flacidez persistir, ataque com atividades físicas que trabalhem a resistência muscular.
Dieta da mamãe 
Frutas, verduras, legumes, carnes magras, peixes, grelhados e gorduras saudáveis (azeite e castanha) não podem faltar. Consuma ainda bastante cálcio (encontrado em leite e derivados) e água, mas passe longe de pães, massas, doces e refrigerantes. Desse modo, dá para perder peso sem prejudicar a amamentação.
Suando a camisa 
Na primeira semana após o parto, a recomendação é de repouso, principalmente para quem fez cesariana. Segundo a fisioterapeuta Dayse Chagas, “atividades físicas normais somente são liberadas depois de 30 dias para o parto normal ou 40 para a cesariana. Os exercícios devem ser realizados com muita cautela para não diminuir a produção de leite”, complementa. Um exercício recomendado é o pilates, praticado durante 30 minutos, 3 vezes por semana. A vantagem é poder exercitar-se no seu ritmo, já que ele é feito individualmente. “É necessário retomar as atividades moderadamente, pois o corpo ainda está sob o efeito de hormônios que provocam frouxidão nos ligamentos e perda de força muscular”, adverte Dayse. O Fit Ball é outra opção. O treinamento com bolas trabalha força, resistência e combate a flacidez. Ao iniciar a prática de exercícios, a mamãe deve esperar uma hora após a atividade para amamentar, para que o sabor e a acidez do leite não se alterem. Já aquelas que desejam começar um tratamento estético precisam esperar o término do período de amamentação.
Antes do parto 
Gravidez não é sinônimo de sedentarismo. Para recuperar a forma após o parto, a futura mamãe pode aliar uma dieta balanceada a um programa de exercícios ou tratamento estético durante a gestação. “A drenagem linfática diminui os inchaços da gravidez”, explica a fisioterapeuta Cláudia Micelli, da clínica Pazos. O pilates também é ideal, por ser um programa de exercícios de baixa intensidade.


  • Na primeira gestação, atriz engordou só 11 quilos. Para não passardos limites, se agarrou à teoria das calorias úteis. “Comia o que era realmente importante para mim e para o bebê.” Com a ajuda de uma nutricionista, aprendeu o que deveria entrar no cardápio, caso do inhame, e o que deveria sair — guloseimas em excesso. Cuidadosa, preferiu caminhar e fazer ioga. “tive uma gravidez muito feliz e saudável.” o resultado disso se refletiu na recuperação. Um mês depois do nascimento da filha, ela voltou a correr e, 4 meses depois, já tinha voltado à antiga forma.
    Foto Roberto Filho/Agnews
    Foto Roberto Filho/Agnews

  • A atriz segue algumas regrinhas quando o assunto é alimentação. “Não como carboidratos à noite, bebo muita água e sempre tenho maçã e frutas secas”, afirma. De vez em quando, a atriz abre uma exceção e se delicia com um doce de abóbora ou um chocolate. Todo esse esforço foi recompensado: na gravidez das gêmeas Beatriz e Sofia ganhou apenas 14 kg e 6 meses depois do parto, já tinha voltado ao peso. O que também ajudou foi o spinning e a musculação, além da drenagem.
    Foto Orlando Oliveira/Agnews
    Foto Orlando Oliveira/Agnews
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