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Cuidado! Espremer espinhas causa infecção grave e até meningite


Quando uma espinha aparece, a vontade de espremê-la é quase incontrolável. Mas a prática pode causar infecções até mesmo doenças mais graves, como meningite. Além, é claro, da vermelhidão, inchaço, cicatrizes e manchas na pele.
“Ao espremer uma espinha formamos uma porta de entrada para as bactérias que colonizam a nossa pele para adentrarem a derme e o tecido subcutâneo, causando infecções. Isso vale para todo o corpo, mas nas áreas próximas aos olhos e narinas o cuidado deve ser redobrado”, afirma a dermatologista Camila Hofbauer, da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Algumas pessoas, como as imunocomprometidas por doenças como o HIV ou em uso de imunossupressores, como no caso dos transplantados, têm maior propensão ao desenvolvimento de infecções. Mas a chance de ter um problema mais sério, como a meningite, é rara. “Caso haja porta de entrada de bactérias por meio de lesões nasais, elas podem migrar para o espaço meníngeo, causando a meningite”, explica.
A forma mais correta de lidar quando aparece alguma espinha, segundo a dermatologista, é ter paciência e usar o tratamento profissional com cremes específicos prescritos pelo médico. Uma dica para diminuir a vontade de espremê-las é usar um corretivo adequado para camuflá-las. Assim sua aparência não incomodará tanto e será mais fácil elas irem embora espontaneamente. Em alguns casos, ela explica que pode-se drenar a espinha no consultório médico, usando a técnica adequada e material estéril.
O melhor caminho é sempre a prevenção. Para evitar que as espinhas apareçam, a dermatologista recomenda lavar o rosto com sabonetes adequados 2 vezes ao dia, usar produtos não comedogênicos (ou seja, que não causam cravos ou espinhas) e realizar tratamento dermatológico específico caso tenha espinhas resistentes.
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Estudos indicam: consumir leite causa acne

Mais uma vez pesquisas confirmam que a alimentação, e no caso específico, o leite de vaca, interfere no aparecimento e agravamento do quadro da acne.

A acne é um problema de saúde que atinge em média 80 a 90% dos adolescentes. A maior prevalência está associada às alterações hormonais, característica dessa fase da vida.


Muitos adultos também convivem com esse problema. Segundo levantamento feito nos Estados Unidos, estima-se que existem mais de 17 milhões de americanos acometidos por essa patologia.

A acne está diretamente relacionada com o aumento da atividade hormonal. Essa condição estimula a produção de sebo pelas glândulas sebáceas, que induz à obstrução da glândula e dos folículos pilosos (poros da pele).

Existem diferentes quadros da doença. Ela pode ser inflamatória, ou não, e também pode envolver colonização de bactérias, principalmente do gênero Propionibacterium acnes.

Várias teorias sobre os fatores que desencadeiam o aparecimento da acne foram propostas, mas não existe um consenso. Alguns estudos indicam a associação dessa doença com a depressão. A relação dessa patologia com alimentação não é um mito, mas alguns alimentos ou padrões dietéticos podem contribuir para o agravamento do quadro clínico.

Segundo pesquisa desenvolvida por Ferdowsian; Levin, 2009, publicada na revista Skin Therapy Letter, 2010, embora o leite seja um alimento nutritivo, excelente fonte de cálcio, deve ser evitado por pessoas que apresentem quadro clínico grave de acne, pelo fato de apresentar alta concentração de hormônios, uma vez que, como já foi comprovado, a acne está diretamente relacionada com o aumento da atividade hormonal.

A relação entre o aparecimento de acne proporcionado pelo uso do leite não é mais mito, é verdadeira.

Por que o leite causa acne?
- O leite de vaca possui hormônios, e as glândulas da pele contêm enzimas que convertem esses hormônios em hormônios DHT (dihydrotestosterone), responsáveis pelo aumento da produção de sebo nas glândulas da pele.
- O leite aumenta o IGF 1, que se traduz por aumento da oleosidade, causando o aparecimento da acne.
- O leite contém estrógeno, progesterona, precursores andrógenos e esteroides 5a-redutase-dependentes, alguns dos quais estão implicados na comedogênese, ou seja na formação de comedões (cravos).
- A ingestão de iodo pode exacerbar a acne. Outra hipotese reforçada é a de que o iodo contido no leite pode estar envolvido na etiologia (causa) dessa doença de pele.

Uma pesquisa realizada na Suécia, 2012, mostrou que os portadores de acne frequentemente apresentam uma deficiência de zinco, e a soja é uma boa fonte de zinco. O leite de soja é uma bebida feita a partir dos grãos da soja. Ele é produzido misturando os grãos secos de soja com água, e depois disso são triturados. A principal diferença entre esse leite e o de vaca, é que o leite de soja não possui gordura, nem lactose (que é o açúcar natural do leite). Além do mais, não tem a presença de hormônios.

Recomenda-se, portanto, como parte fundamental e terapêutica da acne, que se evite a ingestão de laticínios, e para minimizar esse problema, é sugerida a substituição do leite de origem animal, ou seja, o leite de vaca pelo leite de soja enriquecido com cálcio.

E você, concorda com a pesquisa? Comente.

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Aprenda o jeito certo de lavar os cabelos


Xampu não é tudo igual, lavar em excesso pode deixar os fios ainda mais oleosos e até a água pode alterar o "humor" do seu cabelo. É o que dizem cabeleireiros e dermatologistas sobre a forma certa de limpar os fios.

O xampu precisa ser escolhido com cuidado. Para o cabeleireiro Robson Trindade, do salão Red Door, o uso de produtos orgânicos (sem sal, nem detergentes), que não fazem nenhum tipo de espuma, deixa as mulheres com cara de "capa de revista".

"Os xampus considerados totalmente orgânicos (sem sal nem detergente em suas fórmulas, além de não conter outras substâncias como parabeno e silicone) podem deixar os cabelos com aspecto menos ressecado, pois usam agentes menos abrasivos. Eles são indicados para pessoas com cabelos muito ressecados e frágeis", diz a dermatologista Isabela Tavares.
A médica, porém, ressalta que o sal, usado para aumentar a viscosidade e a quantidade de espuma no xampu, não chega a prejudicar os fios.

"Esse negócio do sal é meio relativo", afirma Wesley Nóbrega, do Studio W Higienópolis. Para ele, a boa qualidade de um xampu é mais importante do que ter ou não sal. Além disso, deve ser escolhido de acordo com o tipo do cabelo (oleoso, seco ou com química) e do couro cabeludo (com caspa ou seborreia, por exemplo).

QUANTO MENOS, MELHOR
O dermatologista Marcelo Bellini diz que o problema não é o sal, mas sim a quantidade de xampu usada. "As pessoas usam muito, e ele deve ser usado somente uma vez por dia e em pouca quantidade". Ao dizer uma vez por dia, o dermatologista engloba tanto as pessoas que lavam o cabelo duas vezes em horários diversos, quanto as que aplicam o xampu duas vezes na mesma lavada.
Para ele, é melhor lavar os fios todos os dias da maneira correta, do que esperar dois ou três dias e passar o xampu várias vezes. E vale lembrar que excesso de espuma não significa cabelo mais ou menos limpo.
O dermatologista Davi Lacerda explica que para saber a frequência ideal de lavagem dos fios é importante conhecer o tipo de cabelo. Os lisos toleram melhor a lavagem diária, já os crespos ou cacheados podem quebrar com mais facilidade se lavados todos os dias. Para os crespos ele recomenda lavar apenas duas vezes por semana.

OLEOSOS
Além do ressecamento, usar xampu em excesso e esfregar o couro cabeludo com muita força pode aumentar a oleosidade natural dos fios --problema para quem já tem cabelos oleosos. "Se você remover excessivamente a gordura do cabelo, o organismo vai tentar produzir mais sebo", explica Lacerda.
O dermatologista ensina como saber se um xampu faz bem ou não para o seu cabelo. Nas três primeiras lavagens já dá para notar a maciez (ou não) dos fios. Depois de dois ou três meses, se o cabelo está muito fragilizado e com pontas quebradiças (sendo que não foi feito nenhum processo químico nesse período), talvez seja melhor trocar de marca.

CREME
Nobrega, do W, diz que nos cabelos secos o condicionador pode ser passado no comprimento e nas pontas dos fios, já os mais oleosos pedem hidratação somente nas pontas. "O segredo é o enxágue para tirar todo o produto". Passar os dedos nos fios ajuda a retirar o produto.
Para o cabeleireiro, usar máscara de tratamento no lugar do condicionador, não é uma boa ideia. "Máscara só a cada 10 ou 15 dias. O uso contínuo causa o acúmulo desnecessário de produto nos fios e pode prejudicar na eficácia do produto".

O último truque para deixar os cabelos bonitos ainda no chuveiro é controlar a temperatura da água, que não pode estar acima de 30°C. Como saber: se o espelho do banheiro embaçar só um pouco e sair rapidamente, a temperatura está certa. Se, ao sair do banho, os espelhos estiverem completamente embaçados com o vapor suspenso no ar, é melhor abrir um pouco mais a torneira. Assim como o xampu com muito detergente, a água muito quente retira toda a gordura natural dos fios, deixando os cabelos mais ressecados.

E você, segue alguma das dicas acima? Comente.

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Remover a maquiagem é hábito simples que traz benefícios à saúde da pele

Remover a maquiagem deixa a pele respirar e evita a formação da "acne cosmética"
Na hora de se maquiar, é comum as mulheres irem parar o espelho e perderem todo tempo do mundo, sem crise. No fim do dia, ao voltar do trabalho ou da balada, no entanto, o entusiasmo vai embora e muitas vezes remover a maquiagem se torna um sacrifício, seja por preguiça, cansaço ou, o que é pior, por hábito. “É importante retirar a maquiagem para desobstruir os poros e deixar a pele respirar. Dormir com o rosto maquiado pode deixar a pele mais oleosa, tanto é que existe um tipo de acne, conhecida como acne cosmética, causada pelo entupimento dos poros, devido ao uso regular de produtos oleosos”, explica a dermatologista Paula Penna, de São Paulo. “Isso acontece principalmente por causa da base e do pó compacto que são os produtos que mais ficam acumulados nos poros e, com o tempo, levam ao aparecimento de cravos, espinhas e milia (um tipo de cravo). Além disso, as máscaras para cílios podem ressecar os fios e quebra-los”, completa a dermatologista Vanessa Metz, do Rio de Janeiro, membro da Sociedade Brasileira e da Academia Americana de Dermatologia.


COMO ESCOLHER
Procure sempre por produtos descritos como hipoalergênicos, essa característica (comunicada no rótulo) evita irritação e alergias
As versões à base de água, como loções aquosas ou géis, são indicadas para a remoção de produtos leves como pós e sombras
• Para retirar os produtos à prova d’água como máscaras para cílios, lápis resistentes e batons de longa duração o ideal são os demaquilantes bifásicos, compostos por água e óleo
Existem ainda os demaquilantes à base de silicone, que removem os produtos mais pesados sem deixar a pele oleosa
As espumas de limpeza, aplicadas diretamente sobre o rosto úmido, são fáceis de usar e favorecem a absorção dos princípios ativos da fórmula. Sua textura não deixa a pele pegajosa, pelo contrário, proporciona maciez, frescor e bem-estar
Os lenços umedecidos, além de práticos, têm a propriedade de auxiliar na limpeza e remoção de resíduos na pele. Trazem frescor, hidratação e suavidade
Se o demaquilante for feito em uma farmácia de manipulação é possível acrescentar vários ativos com benefícios que podem ter ação refrescante, antioleosidade, hidratante, nutritivo, antiacne, entre outras
Consultoria: Anelise Taleb, farmacêutica e bioquímica, de São Paulo



Menos de dez minutos
Esse é o tempo médio que demora a remoção de uma maquiagem mais elaborada, portanto dá perfeitamente para driblar a preguiça. Se o make for simples, então, como o básico que usamos no dia a dia, não é preciso nem cinco minutos. “O ideal para remover a maquiagem é um bom demaquilante, que pode ser loção, espuma de limpeza, gel, líquido ou bifásico, que combina bases de água e óleo, além dos lencinhos umedecidos, que são muito práticos”, sugere Vanessa Metz, que recomenda sempre lavar o rosto, depois de se retirar a maquiagem, com um sabonete suave ou para peles sensíveis. “Nada de sabonetes que ressequem muito a pele nesse momento, como os antissépticos com triclosan ou os antiacneicos que contêm enxofre ou ácido salicílico”, alerta a médica.

Quanto ao tipo de pele, os demaquilantes em gel ou líquidos à base de água são indicados para quem tem pele sensível ou com acne, mas têm a desvantagem de não retirar maquiagem muito pesada. Já os bifásicos ou trifásicos são mais eficientes para remover produtos mais resistentes e podem ser usados na pele normal e seca. Os cosméticos à prova d’água devem ser removidos com um demaquilante próprio para este fim.


APRENDA A REMOVER A MAQUIAGEM CORRETAMENTE

A maquiadora Simone Barcelos, da Skin School, de São Paulo, ensina como retirar a maquiagem preservando a saúde e integridade da cútis
1. Aplique, com um disco de algodão, o demaquilante específico para a área dos olhos (ou os bifásicos) nos cílios – assim enquanto vai ‘soltando’ a máscara é possível limpar a pele
2. Para limpar o rosto coloque uma quantidade razoável do demaquilante – próprio para seu tipo de pele – em um disco ou chumaço de algodão e aplique primeiramente nas áreas mais oleosas (testa, nariz e queixo), com movimentos delicados de dentro para fora, sem esfregar a pele
3. Utilize um novo disco de algodão com demaquilante para limpar as regiões mais sensíveis do rosto como bochechas e têmporas, fazendo, de novo, movimentos leves de dentro para fora
4. Não economize demaquilante: é melhor aplicar várias vezes o produto até retirar completamente a maquiagem do que usar um algodão com pouco produto e irritar a pele
5. Quando a máscara para cílios estiver solta passe um algodão embebido no mesmo demaquilante para tirar os resíduos da área dos olhos – deslize o algodão na direção dos fios (o mesmo feito para aplicar a máscara), evite esfregá-lo na horizontal. Assim não é preciso agredir a pele, nem correr o risco de deixar a região dos olhos escurecida ou de enfraquecer os cílios
6. Use hastes flexíveis com demaquilante para limpar o restinho da máscara que fica na raiz dos cílios. Nunca deixe de fazer isso, pois em longo prazo pode enfraquecer os fios
7. Para retirar máscara de cílios à prova d'água o ideal é utilizar um produto que seja específico para este fim. Produtos mais fracos exigem mais atritos com os olhos causando irritação e não cumprem a tarefa de limpar 100%
8. Após tirar toda a maquiagem, lave o rosto com um sabonete que seja indicado para o seu tipo de pele. Caso você não tenha um específico, utilize um sabonete líquido suave e neutro. Retire todo o resíduo de demaquilante que possa ter ficado
9. O demaquilante serve para tirar a maquiagem mas pode acabar deixando resíduo, por isso e importante sempre enxaguar, com bastante água
10. Finalize aplicando um tônico de sua preferência para equilibrar o pH da pele
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Dicas para lavar o rosto.

Para quem tem a pele muito oleosa, lavar demais o rosto não é uma boa solução para combater a oleosidade. O efeito é praticamente o oposto: o sabonete remove excessivamente o sebo, a pele entende que está ressecada e acaba produzindo ainda mais oleosidade para compensar.
O procedimento deve ser feito uma ou duas vezes por dia, com fórmulas adstringentes específicas para o seu tipo de pele, de preferência na forma de gel ou loção, e, se possível, com água fria, que ajuda a contrair os poros.
Quem sofre com oleosidade, cravos ou acne precisa, sim, deve agendar uma sessão de limpeza de pele a cada trinta dias. Já a pele normal e a seca não exigem limpeza profissional frequente, mas apenas a cada três e seis meses, respectivamente.
Quanto ao uso do esfoliante, também depende do tipo de pele. As mulheres que sofrem com o ressecamento devem ter mais cuidado com esse tipo de produto, para não piorar o problema.
Nos outros tipos de pele, o produto pode ser aplicado de duas a três vezes por semana. Na hora da compra, é bom ter em mente que há diferentes tipos de esfoliante.
Aqueles com partículas menores são menos agressivos e esses, sim, podem ser aplicados diariamente ou em dias alternados. Os mais abrasivos podem fazer parte da sua rotina de beleza, no máximo, duas vezes por semana.
O mais importante na hora de comprar um produto para lavar o rosto é que ele seja indicado para o seu tipo de pele. Se ela for oleosa e com tendência a acne, uma fórmula com ácido salicílico é o mais apropriado.
Se ela for seca, prefira loções ou espumas de limpeza, que são mais suaves, ou produtos para peles sensíveis, que reduzem a vermelhidão. O cosmético usado depois da lavagem também pode influenciar na escolha do sabonete.
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