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Joelhos e cotovelos: Segredo para hidrata-los


Na hora de passar o hidratante, alguns locais em especial merecem atenção. Joelhos e cotovelos costumam ser áreas bem mais ressecadas do que o restante do corpo. Isso acontece porque são regiões de pele mais espessa e que tem constante atrito.


A explicação é da dermatologista Andrea Miyuki Yashimura, que lembra que o mesmo acontece com os pés, corriqueiramente mais ressecados. “A camada córnea da pele, que a última delas, nos protege do ambiente externo. Ela é mais grossa tem tendência a ficar mais ressecada se ficar em contato com objetos. No caso de cotovelos, ficamos muitas vezes com ele apoiado à mesa, por exemplo. Os joelhos constantemente batemos ou estamos provocando atrito de alguma maneira. E no caso dos pés, se ficam muito descalços ou com calçados abertos, podem ficar com o calcanhar muito ressecado”, conta a especialista.



É importante sempre consultar um dermatologista, já que se o ressecamento for intenso ou se surgirem marcas ou uma espécie de ferimento nessas áreas, pode ser a manifestação de algo mais sério, como algum fator hormonal ou a doenças como a psoríase ou a micose nos pés.



Para os casos mais comuns que surgem por fatores naturais, a opção para ter pele mais macia nessas regiões é hidratar diariamente. Segundo Andrea, os cremes ideais são à base de ureia, lactato de amônio, com silicone ou tratamento com ácido salicílico, que afina a pele. O tempo seco também piora a situação. Portanto, hidrate a pele com cremes e beba muita água!

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Bebida alcoólica - inimiga mortal da beleza da pele

Quem nunca exagerou um pouco no vinho ou na capirinha que atire a primeira pedra. O consumo de bebidas é, sem dúvida, muito prazeroso para a grande maioria das pessoas, sobretudo, ao lado dos amigos, num happy hour após o expediente ou no churrasco de fim de semana.

Porém, os efeitos do álcool no organismo vão muito além das consequências já bem conhecidas, como o comprometimento da coordenação motora e o surgimento de doenças no fígado. O consumo de álcool etílico, o tipo mais comum contido nas bebidas, pode tirar o brilho e a beleza da pele, provocar o surgimento de doenças nas unhas, dentre outros malefícios.

A cosmetóloga e diretora técnica da Medicatriz Dermocosméticos, Sheila Gonçalves, assegura que a bebida alcoólica é um "veneno" para quem busca prolongar a juventude e retardar o surgimento dos sinais de envelhecimento.
"Mesmo que o consumo seja pequeno, o álcool é um agente dilatador dos vasos sanguíneos, o que provoca alterações nas células da pele, provocando uma série de conseqüências, além do envelhecimento precoce, tais como: dermatite seborreica, aumento de incidência de caspa, aumento do tamanho da glândula sebácea, resultando mais oleosidade na face, unhas fracas e com manchas brancas, vermelhidão facial, que pode chegar a rosácea, desidratação, que pode levar a descamação, principalmente nos cotovelos e joelhos, psoríase, etc", alerta a cosmetóloga.
Todos esses efeitos são mais intensos nas mulheres, uma vez que elas são mais suscetíveis por serem menos resistentes ao álcool. "O álcool se mistura com a água do corpo e, como as mulheres possuem proporcionalmente menos água do que os homens, a concentração e os efeitos da bebida são maiores. Portanto, não recomendo perder tempo e dinheiro na clínica estética e na utilização de cosméticos se a mulher colocar tudo a perder num copo de bebida", diz Sheila.
A especialista comenta que são efeitos que podem ser amenizados, desde que o consumo de álcool passe a ficar fora da lista de bebidas preferidas.
"O ideal é trocar a cerveja por chás, por exemplo. É uma bebida estimulante, refrescante e praticamente sem calorias se tomada pura. Além das substâncias antioxidantes, o chá contém bioflavonóides, que podem reduzir o risco de câncer, doenças do coração e derrames. Os chás em geral ajudam a reduzir a oleosidade da pele, ajudam na cicatrização e combatem o envelhecimento", observa a cosmetóloga.
Mas, se não for possível, ela recomenda que seja ingerida a bebida com menos teor alcoólico, a cerveja, por exemplo. Com 5% de concentração, a cerveja fica atrás dos vinhos, com 12% e, em primeiro lugar, ficam os destilados, como o whisky, com 40%.
Dados divulgados pelo Ministério da Saúde, contudo, mostram um cenário adverso. Enquanto em 2006, 8,2% das mulheres entrevistadas admitiram exagerar no álcool, em 2010 esse número pulou para 10,06%. Uma dose-padrão de bebida alcoólica (350 ml de cerveja, 150 ml de vinho ou 50 ml de destilado) contém, aproximadamente, 10-14 g de álcool puro.
É melhor não abusarem da bebedeira em meninas. rsrsrs 
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